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Netflix ou streaming: 9 filmes sobre a vida consagrada

  • Foto do escritor: Paróquia São Tiago Maior
    Paróquia São Tiago Maior
  • 19 de jan. de 2019
  • 3 min de leitura

Redação da Aleteia | Jan 18, 2019

Uma lista de filmes que abordam a vida religiosa

A produção cinematográfica sobre a vida religiosa é vasta. Selecionamos algumas sugestões para você buscar nos serviços de streaming.

Homens e deuses (2010)

O filme de Xavier Beauvois é um dos que melhor refletem os diferentes aspectos da vida consagrada. A verdadeira dimensão procede do testemunho de martírio dos 7 monges trapistas da abadia de Nossa Senhora do Atlas, em Tibhirine (Argélia), assassinados em 1996.

No filme, reflete-se a consistência da vocação pessoal dos monges, bem como sua oração, suas dúvidas e decisões; a comunidade como Igreja em inserção e transparência de Cristo presente entre os pobres e sinal de diálogo e perdão para a humanidade; o discernimento comunitário, difícil e doloroso, ao mesmo tempo que alegre, sintetizado magistralmente na última cena, que mostra a passagem da dúvida e do medo até chegar à entrega e à paz.

Do ponto de vista da teologia da vida religiosa, o filme é cativante: um ícone da dimensão escatológica, reconciliadora e fraterna da vida consagrada.

Andrei Rublev (1966)

Este filme é uma obra-prima de um dos grandes do cinema espiritual, Andrei Tarkovsky. O longa mostra como a existência dos monges em meio à barbárie conservou a presença da beleza como manifestação de Deus.

Os últimos passos de um homem (1995)

Este filme de Tim Robbins mostra a vida real da irmã Helen Prejean, no corredor da morte, acompanhando um condenado. O amor paciente e o sacrifício da religiosa, apoiada pela sua comunidade, ajudarão Patrick Sonnier (Sean Penn), um homicida condenado à morte, na descoberta do perdão e da redenção.

A missão (1986)

Este filme de Roland Joffé mostra a vida dos jesuítas nas reduções do Paraguai. É interessante observar o antagonismo entre o Pe. Gabriel (Jeremy Irons), com as opções dos jesuítas no meio dos guaranis, e o capitão, caçador furtivo de índios, Rodrigo Mendoza (Robert De Niro), que se converte do seu passado violento e se torna irmão jesuíta. Mas nem o pacifismo espiritual de um nem a defesa organizada de forma militar do outro conseguem salvar os indígenas.

Monsieur Vincent (São Vicente de Paulo) (1947)

Entre os clássicos, é preciso destacar o vencedor do Oscar, Monsieur Vincent, de Maurice Cloche, um retrato interessantíssimo de São Vicente de Paulo, fundador dos Missionários Paulinos e das Filhas da Caridade. Destaca-se sua luta a favor dos pobres e seu testamento à jovem religiosa no final.

Visão: Da Vida de Hildegarda de Bingen (2009)

A história de Hildegard von Bingen é marcada pelo rigor histórico e pela personalidade poliédrica da santa beneditina, ainda que tenha mais dificuldades para representar a dimensão espiritual das suas visões.

A História de Uma Freira (1959)

A protagonista, Gabrielle van der Mal (Audrey Hepburn), depois de muitas dúvidas e da renúncia à sua vida acomodada, emitiu seus votos perpétuos, tornando-se Luc. No hospital em que trabalha como enfermeira, conhece o doutor Fortunati (Peter Finch), por quem se apaixona. A trama mostra o conflito que a jovem tem diante de sua consciência e sua necessidade de ser coerente e é um convite à reflexão.

Adeus, meninos (1987)

Neste filme de Louis Malle, uma comunidade de carmelitas resiste aos nazistas, escondendo os alunos judeus entre seus pupilos: uma preciosa herança de coragem para os sobreviventes.

Ostrov – A ilha (2006)

Filme russo do diretor Pavel Lungin.

Obra prima do cinema que nos convida a acompanhar a trajetória de um homem comum que soube usar seu sofrimento de uma forma transformadora.

“O sofrimento pode ser o jardim da compaixão. Se você conseguir manter o coração totalmente aberto, sua dor pode se tornar a maior aliada na sua busca de vida pelo amor e pela sabedoria”, escreve Jalal-ad-Din Muhammad Rumi, poeta persa do século XIII.

Ostrov – A ilha (2006)

 
 
 

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