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Papa Bento XVI: “Não precisamos de um Estado que regule e domine tudo”

  • Foto do escritor: Paróquia São Tiago Maior
    Paróquia São Tiago Maior
  • 11 de jul. de 2018
  • 2 min de leitura

Aleteia

Francisco Vêneto | Ago 17, 2017

Pixabay - CC

EM FOCO

Papa Bento XVI: “Não precisamos de um Estado que regule e domine tudo”

Será que o Estado consegue dar tudo ao homem? Ou deveria querer tentar isso?

A resposta, para a Igreja, é clara: não. E o Papa Bento XVI explica:

O amor — cáritas — será sempre necessário, mesmo na sociedade mais justa. Não há qualquer ordenamento estatal justo que possa tornar supérfluo o serviço do amor. Quem quer desfazer-se do amor, prepara-se para se desfazer do homem como homem.

Sempre haverá sofrimento que necessita de consolação e ajuda. Haverá sempre solidão. Existirão sempre também situações de necessidade material, para as quais é indispensável uma ajuda na linha de um amor concreto ao próximo (cf. Congregação dos Bispos, Diretório para o Ministério Pastoral dos Bispos “Apostolorum Successores“, 22 de fevereiro de 2004, 197).

Um Estado que queira prover a tudo e que tudo abranja se torna, no fim de contas, uma instância burocrática, que não pode assegurar o essencial de que o homem sofredor — todo homem — tem necessidade: a amorosa dedicação pessoal.

Não precisamos de um Estado que regule e domine tudo, mas de um Estado que generosamente reconheça e apoie, segundo o princípio de subsidiariedade, as iniciativas que nascem das diversas forças sociais e conjugam espontaneidade e proximidade aos homens carecidos de ajuda.

A Igreja é uma destas forças vivas: nela pulsa a dinâmica do amor suscitado pelo Espírito de Cristo. Este amor não oferece aos homens apenas uma ajuda material, mas também refrigério e cuidado para a alma — ajuda esta muitas vezes mais necessária que o apoio material. A afirmação de que as estruturas justas tornariam supérfluas as obras de caridade esconde, de fato, uma concepção materialista do homem: o preconceito segundo o qual o homem viveria «só de pão» (Mt 4, 4; cf. Dt 8, 3) — convicção que humilha o homem e ignora precisamente aquilo que é mais especificamente humano.

Papa Bento XVI, em Deus Caritas Est, 28b

 
 
 

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